sexta-feira, 2 de março de 2012
Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 18:21 0 comentários
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
A Clinica Veterinária Vale do Sorraia deseja a todos os seus clientes um bom Carnaval !!!
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Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 16:32 0 comentários
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
SAÚDE ORAL DO SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO
• Sintomas de doença da cavidade oral em animais domésticos:
- Odores desagradáveis provenientes da boca;
- Dor/dificuldade na mastigação;
- Dificuldade na deglutição;
- Falta de apetite;
- Úlceras na mucosa bucal;
- Alterações de comportamento;
- Perda de peso;
- Perda de sangue pela boca;
- Massas / assimetrias do focinho;
- Corrimento nasal.
• PERIODONTITE
- É a doença mais comum em animais domésticos afectando 85% dos cães com mais de 3 anos e 80% dos gatos com mais de 5 anos.
- A periodontite desenvolve-se a partir de da formação de placa dentária. A placa dentária é constituida por restos e comida, bactérias e saliva que se acumulam na margem da gengiva. As bactérias multiplicam-se na placa dentária criando sub-produtos que por sua vez provocam uma resposta inflamatória - Periodontite.
- Com o tempo ocorre a deposição de sais de cálcio na placa dando origem à formação de tártaro, de consistência dura e que só pode ser removido com ajuda veterinária.
- À medida que as bactérias e a periodontite progridem, as estruturas que envolvem o dente começam a ser destruidas e o dente perde estabilidade e adquire mobilidade culminando com a sua perda.
- Além disso algumas bactérias conseguem invadir outros orgãos como o coração e os rins podendo provocar problemas mais sérios.
- Para interromper este processo é necessário remover o tártaro através de ultra-sons, extrair dentes inviáveis e que sejam alvos de deposição de tártaro e iniciar um programa de profilaxia com o uso de pasta dentifrica regularmente.
- Os procedimentos médicos dentários necessitam que o animal seja submetido a anestesia geral. Por esta razão, e uma vez que as doenças da boca afectam muitas vezes doentes mais velhos, torna-se importante a realização de uma anestesia segura e vigiada.
- Os cuidados médicos dentários podem aumentar a qualidade de vida do seu animal e até mesmo prolongá-la.
Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 18:44 0 comentários
domingo, 18 de dezembro de 2011
Óscar
Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 18:55 0 comentários
sábado, 17 de dezembro de 2011
Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 11:22 0 comentários
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Vacinação e desparasitação dos Gatos

ser trazidos para dentro de casa pelo dono. Ou, como acontece muito no campo ou
em meios mais pequenos, em que os gatos andam quase só na rua, as pessoas acham
que não precisam de vacinas nem desparasitação. Isto é uma ideia que está completamente errada.
Coriza: Calicivirus felina, Rinotraquíte felina
Panleucopenia – Gastroenterite
com menos de um ano, nos quais a doença é frequente. O vírus é altamente resistente e é transmitido via aérea ou contacto directo com fezes de um animal infectado. Os sintomas mais frequentes são perda de apetite, diarreia, corrimento, letargia, vómitos, febre, entre outros. O animal pode ficar desidratado e se não for tratada pode levar à morte. Se acompanhada pelo veterinário desde cedo, a infecção pode ser curada com recurso a medicamentos.
Leucemia (FeLV)
Existe uma outra doença para a qual ainda não há vacina. A FIV – Sida dos gatos, o vírus da Imunodeficiência Felina (FIV) é uma das doenças mais mortais nos gatos. Afecta exclusivamente os felinos, ou seja não é transmitida aos humanos ou outros animais de estimação, mas actua de forma idêntica à estirpe humana, o HIV. A forma mais comum de transmissão do vírus é através de dentadas, em que a saliva entra em contacto com o sangue. As mães infectadas podem transmitir a doença aos filhos, mas a transmissão depende da carga viral da mãe durante a gravidez. O FIV desenvolve-se por fases e durante grande parte do tempo, o gato não manifesta sintomas de qualquer infecção. Numa primeira fase, o gato pode manifestar febre sem razão aparente, mas pode também não evidenciar qualquer sintoma. Numa segunda fase, o número de
linfócitos começa a diminuir, mas o gato permanece assintomático. Os gatos aparentam assim estar saudáveis. Nestes estados, podem contudo transmitir a doença a outros felinos. A terceira fase está associada ao aparecimento dos primeiros sintomas, em que o gato pode perder peso e alterar o seu padrão de comportamentos. Geralmente a primeira fase manifesta-se alguns meses após a infecção e dura sensivelmente dois meses. As outras fases podem durar meses ou anos. Na quarta fase os sintomas começam então a manifestar-se de forma mais recorrente. Com a destruição das células de defesa, os gatos ficam vulneráveis perante os vírus, incluindo os mais fracos, tais como os responsáveis por uma simples constipação. Os sintomas do FIV começam então a manifestar-se através da ocorrência frequente de infecções, algumas até pouco usuais, que em estado saudável seriam facilmente combatidas pelo gato: gengivites, estomatites, otites, infecções respiratórias, etc.
Prevenção
É portanto importante pensar em testar e proteger o seu animal de companhia, o mais cedo possível, desde a sua idade mais jovem.
Desparasitação interna e externa
dias, até aos três meses: alguns já nascem com parasitas (transmitidos pela mãe) e outros adquirem-nos através do leite materno. Tal como os cães, eles podem ter dois tipos de parasitas intestinais, nemátodos (lombrigas) e céstodos (ténias).
A desparasitação de um gato adulto deverá ser de de 3 em 3 meses, preferencialmente.
A saúde do animal passa também por prevenir as infestaçõescom pulgas, carraças e outros parasitas externos. As coleiras insecticidas, soluções para unção, sprays, pós e pipetas para aplicar na pele (spot-on) são algumas das alternativas disponíveis para cães e gatos, oferecendo protecção por períodos variáveis consoante o produto.
PROTEGER TODA A FAMÍLIA
Desparasitar os animais é o primeiro passo para os proteger e, com eles, toda a família. Mas há outros cuidados necessários para prevenir uma infestação em casa ou uma zoonose:
- leve o animal ao veterinário com
regularidade, cumprindo os esquemas de desparasitação e vacinação;
- alimente o animal apenas com
alimentos cozinhados ou com alimentação específica – nunca dar carne crua;
- limpe com frequência o espaço
reservado ao animal, no caso dos gatos, mude diariamente o caixote de areia;
- minimize a exposição de
crianças, grávidas, idosos e imunodeprimidos a ambientes potencialmente
contaminados por fezes de animais;
- lave as mãos após contactar com
o animal;
- use luvas na limpeza do seu
habitat;
- mantenha uma boa higiene
pessoal, do animal e da casa
Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 18:42 0 comentários
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Otites

- Como hei-de saber se o meu animal tem uma otite?
Aqui ficam alguns sinais aos quais deverá ficar atento:
- Coça ou esfrega o ouvido no chão
- Abana a cabeça ou pende-a para um dos lados
- Chora ou tenta morder quando tentamos acariciá-lo perto da orelha
- Presença de um cheiro desagradável nos ouvidos
- Excesso de cera
As otites mais profundas, denominadas otites internas, podem afectar o equilibrio do animal que começa a andar com a cabeça pendente para o lado do ouvido afectado.
Tipos de otites:
- Infecciosa: causada por bactérias e, geralmente acompanhada de pús. Por vezes é de dificil tratamento, tornando-se necessária a realização de exames laboratoriais para identificar o agente responsável e determinar o antibiótico de eleição. Se estas otites forem mal curadas têem grande probabilidade de recidivar ou seja aparecer de novo, desenvolvendo quadros crónicos.
- Parasitária: causada por ácaros. Muito comum em gatos e cachorros. Presença de cerúmen muito escuro. Confirma-se por observação dos ácaros ao microscópio.
- Fúngica: causada por fungos.
Animais com maior predisposição para sofrerem otites:
- Raças que tenham orelhas longas e caídas. Não permitem circulação do ar, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento de microorganismos.
- Raças que tenham muitos pêlos no canal auditivo. Os pêlos formam um tampão e impedem a entrada e saída de cera.
- Animais que tomem muitos banhos. A humidade sempre presente nos ouvidos é um excelente meio de desenvolvimento bacteriano e fúngico.
- Raças mais afectadas: caniches, cocker spaniel, cocker americano, labrador, epagneul breton, etc....
Como prevenir o aparecimento de otites:
- Redução do número de banhos ( 1 por mês no máximo), sempre com o cuidado de não colocar água para dentro dos ouvidos.
- Limpeza dos ouvidos com frequência ( 1 vez por semana) com produtos específicos para o efeito (sempre com o conselho do seu Médico Veterinário).
- Retirar o excesso de pêlos da entrada do ouvido, com os dedos, fazendo uma espécie de pinça, nunca use outros objectos, com o risco de poder provocar lesões internas.
Não pratique a automedicação. existem vários produtos no mercado, cada um diferente e com uma acção específica para a otite em questão.
Só o seu Médico Veterinário poderá aconselhar o mais adequado para cada caso. Por vezes o uso abusivo de fármacos leva ao agravamento de otites que deveriam ter sido tratadas logo no incio com o produto certo.

Publicada por Clinica Veterinária Vale do Sorraia à(s) 18:13 0 comentários







